quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ao som de suave melodia, o coração chora, grita de saudades. Saudades do abraço, do sorriso faceiro e livre. Saudades dos sonhos, sonhados e vividos. Das longas conversa, noite adentro, sem tempo para terminar. Ouvindo o coração que pede apenas que não vá embora. Que fique embalando os sonhos que ainda restam, que imploram por um momento a mais de aconchego. Assim me vejo, assim te vejo. Assim te busco, assim me procuras. Tudo nos leva a ouvir a voz de um coração que não se conforma com a distância, com a ausência, com o silêncio. Que não aceita dividir o que não pode ser dividido. Que só quer somar, diminuindo tristezas e mágoas, multiplicando o tempo para ter mais tempo de estar junto. Viver o amor com toda a intensidade que lhe é permitido. A voz de um coração que se faz ouvir, que se faz presente.

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